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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Sabões feitos no wks de 9/12/2012

de laranja e cravinho... gelificando. A cor é dada por uma pequena percentagem de... ;)

já cortadinho, pronto para ficar a curar 4 semanas

Com argilas (preta, rosa, vermelha e branca) e aromas de ervas...manjericão, hortelã-pimenta e um bocadinho de lemongrass....


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Sabão de alcatrão de pinho




Sabão de alcatrão de pinho: Foi feito a pedido por uma pessoa que mandava vir do estrangeiro para a ajudar com os seus problemas de psoriase. Azeite, karité, oleo de coco, oleo de grainha de uva, cera de abelha e alcatrão de pinho e sumo de aloé.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A questão do sabão natural e da soda caustica


O sabão natural é feito a partir de óleos e manteigas vegetais e ou animais, aos quais é adicionado uma solução alcalina para que se dê uma reacção química chamada saponificação (ou seja que as gorduras se transformem em sabão).

Sim, para fazer sabão tem de se usar soda caustica (hidróxido de sódio) ou potassa hidróxido de potássio, caso do sabão em pasta ou liquido. Em qualquer definição de sabão pode-se ler que é o resultado de uma reação química resultante da junção de  gorduras e uma base alcalina. A glicerina é um subproduto desse processo e é nos processos industrializados, retirada e depois direcionada para as industrias farmacêutica e alimentar. Agora suponho que quando fala de sabonete de glicerina se refere às bases glicerinadas que se compram já feitas e depois se derretem e se moldam em moldes artísticos. Essa base já passou por esse processo, ou seja antes de ser base de glicerina foi um sabão e antes era um conjuntos de gorduras às quais se juntou uma base alcalina de soda caustica. Depois ela passa por um processo de clarificação para se tornar transparente e de adição de aditivos no intuito de facilitar o seu uso (derreter, colocar em moldes), aumentar a espuma e a validade. Os sabonetes de glicerina industriais seriam uma “invenção” dos anos 50/60 (não tenho agora bem presente a data), e teria sido criado com o intuito de fazer um sabonete mais suave (pois devido à industrialização do sabão e a retirada da glicerina, os sabões seriam mais agressivos e cáusticos) pelo que, além de ser um sabonete transparente e mais apelativo, seria menos caustico pela adicinado de uma pequena porção de glicerina. A denominação “sabonete de glicerina” e a propaganda da época deu resultado e perdurou até hoje a crença de que são sabonetes suaves e apropriados para peles sensíveis. Se na altura “era assim”, atualmente isso não é bem assim, pois os aditivos colocados muitas vezes provocam alergias a pessoas com a pele mais sensível.

Assim temos o sabão NATURAL artesanal, em que o sabão é feito de raiz, juntando as gorduras e a soda caustica (segundo regras de segurança e quantidades corretas e seguras, este processo não é realizado à toa!), e o sabonete de glicerina artesanal, em que a base já passou pelo processo mais complicado e que é muito apelativo pela forma como pode ser trabalhado artisiticamente. Desde já posso adiantar que se pode fazer a base de glicerina de forma artesanal e saber o que se coloca nela para a tornar um produto final mais natural, pois se a base for comprada já feita tem pouco de natural e, se se pode dizer que são sabonetes artesanais, não se devem chamar de naturais.

Quanto ao sabão NATURAL feito de raiz ele é naturalmente rico em glicerina pois no processo artesanal não se separa a glicerina do sabão e ela permanece no produto final. Além disso é deixada uma percentagem de gorduras que não são saponificadas e que entram depois em contato com a pele deixando-a mais suavizada. Não são necessários aditivos espumantes para o sabão natural, pois se quisermos um sabão com uma espuma mais rica, sabemos qual q gordura quês e deve saponificar para o efeito (sim há gorduras que dão mais espuma a uma sabão natural, enquanto outras são mais adequadas para suavizar um sabão).

Voltando ao cerne da questão: a soda caustica. É realmente necessário extrema precaução na sua utilização. É um produto muito cáustico que provoca queimaduras graves, tanto por contato direto com a pele como através da inalação de fumos. Por isso se utiliza equipamento de segurança quando fazemos os sabões: óculos, mascara, luvas, roupa de proteção. Há uma serie de normas de segurança que tem de ser seguidas quando estamos a fazer sabão natural. É também de extrema importância ter noção do que se está a fazer, de todo o processo. É um processo químico, que envolve alguns riscos, que podem ser evitados através do conhecimento do processo e da adoção de medidas e equipamentos de segurança.

Mas, perguntarão: e a soda que fica no sabão? Não faz mal à pele!?!?... Aí está! Um sabão natural bem feito já não tem soda! Como? Sim, um sabão bem formulado e devidamente curado, não soda. Quando a saponificação está corretamente feita, ou seja, quando a transformação de gordura em sabão é feita com as quantidades corretas, o método realizado corretamente e o tempo de cura respeitado, toda a soda que foi utilizada se encontra transformada e neutralizada. O produto final não é gordura nem soda é uma outra substância: é sabão.

Agora dentro do sabão natural existem dois tipos de sabão: o sabão cosmético e o sabão de lavagem/limpeza. Este ultimo é o que normalmente se faz, atualmente com óleos usados de cozinha, no intuito de também se reciclarem estes desperdícios bastante poluentes. Estes têm sim, têm um excesso de soda e não são adequados para uso cosmético. Já agora um aparte: quero chamar a atenção para as receitas de sabão de oleo reciclado, que circulam na internet e que contém quantidades absurdas de soda caustica, muitas vezes o suficiente para saponificar quantidades de gordura de 2 a 3 vezes, maior que a utilizada na receita.

Os sabões naturais cosméticos, são aqueles em que se utilizam óleos mais “nobres”, em que se procuram a perfeita junção entre  as propriedades do óleo e as da planta, entre a cor e o aroma, sempre com uma percentagem de óleos não saponificados, óleos livres num sabão que se quer seguro, suave, muitas vezes um caleidoscópio de emoções sensoriais, entre texturas e aromas.

 

 

 

 

 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Sabão natural novo: Out/Nov. 2012 em HP (hot process - processo a quente)

Sabão Dourado: azeite macerado com calendula, karité,oleos de palma, coco e de pessego e cera de abelha. Oleos essenciais de laranja, litsea cubeba, incenso, ylang-ylang, palmarosa, tangerina, baunilha, cravinho e gengibre
http://cronicasdesabao.blogspot.pt/2012/11/sabao-natural-dourado-hp-aproveitamento.html

Sabão de calendula: azeite macerado com calendula, óleo de coco e cera de abelha. Sem aromas.

Sabão de vinho tinto e rosas: azeite macerado com rosas, óleo de coco, grainha de uva, rosa mosqueta e manteiga de karité, cera de abelha; argila rosa, farinha de arroz, vinho tinto; óleo de fragancia de rosas, oleos essenciais de geranio, palmarosa e bergamota; tintura de romã; hipericão, flor de laranjeira, canela, noz moscada, baga de zimbro
  e mel

 
   http://cronicasdesabao.blogspot.pt/2012/11/sabao-de-vinho-tinto-e-rosas-hp-hot.html

Tomilho e limão: azeite macerado com tomilho,óleo de coco e cera de abelha; oleos essenciais de limão, litsea cubeba, tea tee, extrato de propolis e tinturas de benjoim

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Sabão natural "ervas do campo"


Base de azeite macerado com urtigas, alecrim, alfazema e camomila, aromatizado com oleos essenciais de alecrim, mangericão, alfazema e mais uns perlimpimpins

Sabão natural de hamamélis, alfazema e bardana (com aloé e oleo de neem)


Um sabão com provas prestadas. Base de azeite macerado com hamamelis, alfazema e bardana, óleo de coco e cera de abelha, som sumo de aloé, oleod e neem, argila verde, extrato de propolis e uma sinergia de oleos essenciais...

Sabão natural de aloé, aveia e mel


Uma base de azeite, óleo de coco e cera de abelha; sumo de aloé, aveia moida e mel

Sabão natural: Corações de laranja, canela e cravinho


Um azeite macerado com casca de laranja seca, canela e cravinhos, oleo de coco, oleo de palma (porque ajuda na cor linda!) cera de abelha e óleos essenciais de laranja e cravinho

Sabão natural de karité, aloé e farinha de arroz


Um sabão feito com mais de 50% de manteiga de karité pura, não refinada, enriquecido aloé com farinha de  arroz  e agua-mel. Aromatizado com baunilha, mirra, mirto limão, geranio e alfazema.

Sabão natural: Corações de azeite, aveia e mel


Inspirado na receita do sabão de castela, mas com uma pequena percentagem de oleo de coco para melhorar a espuma. Com aveia moida e mel. Um sabão suave com um aroma suave. Sem aditivos, corantes ou essencias artificiais.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Sabões feitos no wks de 29 de Julho de 2012

Sabão de laranja e cravinho colorido naturalmente

sabão de alfazema e hortelã-pimenta e argilas

Sabão para lavar roupa e outras lavagens, com oleo de coco e azeite
Estes foram os sabões que fizemos no dia 29 de Julho: 2 sabões cosmeticos e um de lavagens...

sábado, 19 de maio de 2012

Medidas de segurança na manufactura de sabão natural


Medidas de segurança na manufactura de sabão natural


Muito importante O mais importante a considerar é o perigo de soda cáustica ou potassa cáustica. Ambos os ingredientes são perigosos e devem ser mantidos fora do alcance de crianças e animais. Quando misturado com água produz uma solução alcalina que em contacto com a pele pode causar queimaduras químicas significativas e cujos vapores tóxicos podem provocar danos nos olhos e garganta quando inalados. Devem-se seguir as instruções de segurança, quando da preparação da solução alcalina (junção da água com a soda cáustica) que representa o momento de maior perigo. A partir do momento em que a saponificação, esse perigo diminui e já não é perigoso para a pele. É importante fazer o calculo correto da soda cáustica necessária para a gordura a utilizar para que não fique uma quantidade excessiva de soda cáustica no sabão.
O material de protecção deve ser:
Óculos de protecção (para evitar salpicos nos olhos)
Mascara (para evitar a inalação de vapores)
Luvas de borracha (para proteger as mãos)


Avental ou bata para proteger a roupa
Em geral deve-se usar roupa de manga comprida, calças e sapatos fechados, para limitar o contacto acidental com a solução alcalina na pele.
Ao mexer a massa com a varinha mágica deve-se ter o cuidado de manter as lâminas, submersas antes de ligar, para que não salpique.
Em caso de contacto com a solução cáustica ou da massa de sabão, lavar abundantemente com água corrente e vinagre. Em caso de contacto com os olhos , lavar imediatamente com água corrente e procurar assistência medica urgente  .
Este processo não deve ser feito por crianças, devem ser mantidas afastadas por protecção.
Manter animais de estimação também fora da divisão onde é feito o sabão

terça-feira, 8 de maio de 2012

Sabão natural de azeite com alfazema e caledula











Sabão natural de azeite com hamamélis, alfazema e bardana, óleo de neem e óleo essenciais e oleos

o azeite macerado..ou melhor os azeites macerados, com hamamélis e alfazema, e com bardana

óleo de neem (o frio f^-lo coagular um pouco...mas continua a cheirar esquisito...


...batendo...

vertendo nos moldes...silicone..


agora é esperar..feito no dia 05/05/2012

foto tirada no dia 8/05/2012 

Pensado para usar no acne cá do filho e na pele oleosa ..ok, mista, da mãe do filho..eu!